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domingo, 9 de agosto de 2009

Léo, o pardo

Quem nunca ouviu no rádio ou na TV alguém dizer: "Minha vida daria um livro?" E isso é comum de ouvir... não é?!E todos sabem dos três maiores sonhos básicos do ser humano, " casar com a pessoa amada, ter filho, escrever um livro". Os dois primeiros até que são fáceis, mas o terceiro, meu irmão, é muito árduo, vai além de relacionamentos íntimos-afetivo e sua gestação pode custar mais que nove messes,isso quando não dura quase a metade da vida dum sujeito.
E Rinaldo Santos Teixeira consegui o terceiro sonho em plena maturidade da vida (ou idade adulta, como preferir), escrevendo, Léo, o pardo. Este livro, lançado pala coleção literatura para todos, em 2006, não foi escrito de maneira simples como 'assinar um casamento', pois traz um autobiografia cheia de lembranças idas, voltas frustrações e também conta parte da história das pessoas que ajudaram a construir sua identidade pessoal e profissional. Ele que é formado em letras pela Universidade de São Paulo (USP), fã de cinema e fotografia, conseguiu transformar fatos da sua vida em textos capaz de aproximar os leitores da sua realidade. Esta biografia é um pouco da realidade brasileira. Leia e descubra qual realidade!



Tiago Caldeira da Silva

domingo, 26 de julho de 2009

Tubarão com a faca nas costas




Como você se sentiria tendo que fazer uso de uma faca para se defender...?
Provavelmente, sentia-se culpado após o ato cometido.
Cezar Dias sentiu-se culpado após fazer uso agressivo de uma faca por duas vezes , uma vez enfrentando um assaltante, outra para se defender do cachorro de sua namorada, ele que já foi professor da rede pública e hoje trabalha no conselho de educação de seu estado, Dias teve a criatividade e sensibilidade de transformar o sentimento de culpa em título do seu primeiro livro.
Tubarão com a faca nas costas, lançado pela coleção literatura para todos, traz um conjunto de crônicas recheadas de fatos e pessoas reais e, também, uma das grandes paixões do autor, o livro.
Apesar da subjetividade, o livro é uma verdadeira empatia do cotidiano da maioria dos tupiniquins de baixa renda... que sempre estão pegando ônibus, hospitais públicos etc. Leia e descubra a agressividade do uso da faca e a sensibilidade do autor.
Tiago Caldeira da Silva